Perfeito Imperfeito

Há dias como aquele
Em que olhamos e rimos
Em que o mar é grande
Ouvem-se os passarinhos

Onde a alma se expande
Nos abre outro ar
Tudo à volta se ame
E dentro sentir o amar

Prolonga-los até madrugada
Viver os dissonantes
Sem em troca se pedir nada
A lua vê os amantes

Há dia como hoje
Dias cansados
Nem canguru nem mocho
Dias não guardados

A vida não acaba
Simplesmente continua
Céu rio mar
Alma clara desnuda

Tiago de Carvalho
11 de Abril de 2011 11:50

Música

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