Vermelho

De vermelho me pinto
Descem sobre as paredes
As gotas de tinto
Tecidas em rede

A aura fica eufórica
Do nada, cresce
Sim, e é alegórica
Parada, mexida, floresce.

“Só há dois dias
em que não podes mudar…
um já passou
O outro irá voar”

Sendo assim
Vinda da consciência
A luz em mim
Ascende a omnisciência

Da maneira mais pura
Calma e ousada
Serpenteia segura
A descalça, da estrada.

Tiago de Carvalho
02:30  |  23fev2011

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